segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Falecimento.

Não sei se meu desapego pela existência mundana é um fator tão crucial nesse ponto, até porque existem momentos que eu prezo mais do que deveria as coisas do mundo, mas eu nunca penso em morte como algo ruim.

É complicado saber como se comportar diante do falecimento de alguém próximo de uma pessoa próxima a ti (sim, ficou complicado de se entender).
É complicado saber como se comportar diante do falecimento de um parente de um amigo teu.

Eu nunca dei muita atenção para a família, e acredito que dependendo das causas, eu não me sentiria triste por alguém da minha família morrer. Então, eu não sei como agir com a morte de próximos de terceiros.

Fico imaginando se é como a morte de um amigo. Eu considero amigos acima da família (sim, sei que não deveria pensar assim, mas...). Ao pensar na morte de um amigo, eu fico atônito, chocado, pasmo, abatido. Não fico triste nem nada do gênero, só fico pensando nos momentos que eu tive e os que nunca terei junto a tal pessoa. Sinistro pensar no infinito que poderia ser, mas nunca será.

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